
Um lugar para o corpo pousar
e a mente abrandar
Práticas com cor natural.
Sem técnica. Sem performance. Sem certo ou errado.
O POISO é uma jornada de bem-estar desenhada para quem sente o peso do quotidiano e procura um refúgio através de gestos sensoriais com
cores naturais.
Um lugar onde o corpo pode pousar e a mente pode abrandar, sem precisar de fazer nada certo.
* Para dias de excesso, quando o corpo continua em esforço
* Para quem sente a mente a controlar tudo
* Para quem quer um gesto simples que traz o corpo de volta
O POISO nasce da necessidade de dar um apoio ao nosso ser quando o mundo parece excessivo. Utiliza a ARTE, as Cores naturais e Gestos intuitivos como práticas para regulação da mente e do corpo.
Um refúgio para quem sente que o mundo está com o volume demasiado alto.
Para quem sente necessidade de se reconectar com a sua essência, usando os elementos da terra como uma ponte para um estado de presença, silêncio e cuidado profundo.
Para quem carrega o peso do dia nos ombros e precisa de um lugar físico para depositar a tensão, transformando o alerta do corpo num gesto de descanso.
Para quem vive no ruído de uma mente que não para, encontrando na matéria natural o suporte necessário para silenciar a fadiga de decisão e o excesso de controlo.
Para quem procura um tempo de escuta e pertença, onde não é preciso explicar o que se sente, apenas permitir que o rasto no papel seja o contentor para o que não cabe em palavras.
Para quem deseja abrandar sem a pressão de "fazer bem", celebrando o gesto simples e a imperfeição da natureza em vez da técnica ou do resultado final.
A mente descansa através das mãos e da cor natural
Através de práticas manuais, curtas e sensoriais, o POISO propõe uma inversão:

* Em vez de pedirmos à mente para se acalmar, ocupamos as mãos com a matéria para que a mente possa, finalmente, pousar.
* É a passagem do estado de "alerta" para o estado de "presença", onde o papel aceita tudo o que tu decidires largar.
Quando o corpo se torna o arquivo de uma mente que não pára.
No pescoço tenso? Na respiração que não chega ao fundo? No ruído de uma mente que insiste em controlar cada segundo?
A fadiga do "sempre ligada": Sentes que a tua mente é um carrossel de decisões, listas e alertas que nunca encontra o botão de desligar, mesmo quando o dia termina.
A tensão que habita o corpo: O cansaço já não é apenas sono; é um aperto no peito, uma rigidez nos ombros e uma respiração que teima em ficar curta e superficial.
O ruído da performance: Estás exausta de ter de "fazer bem", de ser produtiva e de cumprir expectativas, sentindo falta de um espaço onde possas apenas ser, sem julgamento.
A desconexão da essência: Entre as exigências do quotidiano, perdeste o rasto do teu próprio ritmo e a ligação com os gestos simples que te devolvem a calma. A saturação do mundo digital: Sentes o peso do excesso de informação e procuras um caminho de volta ao que é tátil, orgânico e real — algo que as mãos possam sentir e a terra possa curar.
Um refúgio onde a mente descansa através das mãos e a cor natural se torna o suporte para o teu cansaço.
A Matéria como Apoio: Usamos elementos vivos — como o café, a salsa, pimentão ou outros materiais botânicos — porque a sua imperfeição orgânica valida a nossa própria humanidade e retira a pressão do "fazer bem".
O Gesto como Descarga: O foco não é o rasto que fica no papel, mas o alívio que sentes no corpo enquanto o braço se move. É uma transferência de tensão do músculo para o pigmento.
A Pausa sem Julgamento: Um espaço sagrado onde não há técnica, avaliação ou resultado. No POISO, o sucesso é o simples ato de ter parado.
GRATUITA

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Um lugar livre de exigências, métricas ou performance.
O POISO não é um curso de pintura, nem uma formação técnica sobre pigmentos naturais.
Não é um espaço para aprender a "fazer bem", a dominar o traço ou a criar peças para serem expostas ou comercializadas. Aqui, a estética é uma consequência secundária e nunca o objetivo.
Este projeto também não constitui um serviço de Arteterapia ou acompanhamento clínico. Não é um lugar de diagnóstico ou de cura para patologias mentais, mas sim um facilitador de bem-estar.
Acima de tudo, o POISO não é mais uma tarefa na tua lista de afazeres: não há metas a cumprir, currículos a terminar ou níveis de aprendizagem. Se o gesto for inacabado, ele está completo.